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Terça-Feira, 03/02/2015

Tour Verde e Amarelo supera expectativas do Clube da Irrigação

Tour Verde e Amarelo supera expectativas do Clube da Irrigação

A segunda etapa do Tour Verde e Amarelo organizada pelo Clube da Irrigação foi considerada um sucesso por seus organizadores. A área experimental da propriedade que recebeu o evento, apresentou produtividade média de 283 sacos de milho por hectare e picos de produção superiores a 300 sacos por hectare.

O dia de campo organizado pelo Clube da Irrigação busca repassar aos produtores gaúchos conhecimentos técnicos e econômicos sobre o manejo e a eficiência das novas tecnologias em irrigação associada a agricultura de precisão nas lavouras irrigadas de milho e soja. Realizado na Agrícola Irmãos Barbieri, no município de Boa Vista das Missões, o Clube possui 30 hectares de área sob intervenção.

Nesta safra, o objetivo do Clube era atingir produtividade média de 270 sacos de milho por hectare. Para as próximas safras a meta é a média de 300 sacos por hectare de milho e 100 sacos por hectare de soja.

“Os relatos dos produtores é de que áreas em que o Clube atua em suas propriedades vai produzir mais do que as áreas que ele desenvolve com o método de manejo que geralmente trabalha. Isso indica que estamos no caminho certo”, afirma João Augusto Telles, presidente do Clube da Irrigação e chefe da Divisão Técnica do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado (SENAR-RS).

Na manhã do evento, o engenheiro agrônomo Dirceu Gassen foi provocativo em sua palestra “A lógica do milho para altos rendimentos”. Ele apresentou duas espigas de milho, de tamanhos diferentes, e perguntou aos produtores se conseguiam apontar quais os fatores que levam à diferença. Já a palestra do engenheiro agrônomo e consultor técnico da MOSAIC Fertilizantes, Luiz Salgado, “Novas tecnologias em nutrição integradas aos fatores de produção para altos rendimentos”, debateu os conceitos de adubação e nutrição. A adoção desta prática no manejo, mais moderna, leva em conta os tipos de fertilizantes mais adequados para a lavoura, o uso de micronutrientes e a forma de aplicação, exemplificou Salgado. O engenheiro defendeu ainda uma análise de solo mais profunda, passando de 20cm para 40cm de profundidade. O argumento é de que, por vezes, as raízes ultrapassam a profundidade tradicionalmente medida, que não permite uma avaliação precisa das condições de solo das lavouras de milho e soja.

Cerca de 230 produtores participaram do dia de campo, que atraiu agricultores até do município paulista de Paranapanema, a 260km da capital São Paulo. Entre os ouvintes, estava o Engenheiro Agrônomo Elmar Floss, referência na área, que enriqueceu os debates, mediados pelo professor da UFSM Telmo Amado, responsável técnico do Clube.

O Tour Verde Amarelo é uma parceria do Sistema FARSUL, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com apoio STARA, FOCKINK, MOSAIC, DEKALB, INTACTA RR2Pro, Sistema ROUNDUP READY Plus e BAYER Cropscience.

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